PESQUISAS LATINAS I
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Relatório CEPAL sobre América Latina:
‘Perspectivas e competitividade para o desenvolvimento’
La edición 2014 del Estudio Económico de América Latina y el Caribe consta de tres partes. En la primera se analiza el desempeño de la economía regional durante el primer semestre, así como las perspectivas para todo el año, en un escenario en que la evolución de la economía mundial presenta luces y sombras. Se examinan las causas del modesto crecimiento económico proyectado y se destacan algunos de los desafíos para las políticas públicas.

La segunda parte se centra en aspectos relacionados con el desarrollo económico de América Latina y el Caribe desde una perspectiva de mediano y largo plazo. El nuevo contexto externo (caracterizado por un menor crecimiento de las economías emergentes, escaso dinamismo de las economías desarrolladas, moderación de precios de las materias primas y un mayor costo del financiamiento externo) plantea nuevos retos para la sostenibilidad económica y social del crecimiento económico y del desarrollo de la región. Con objeto de delimitar estos desafíos, se hace énfasis en la heterogeneidad de la región y en la diversidad que enfrentan las políticas macroeconómicas atendiendo a las características estructurales y vulnerabilidades específicas de cada país. Se analizan las fuentes del crecimiento durante las últimas décadas y se destaca que en el nuevo contexto la sostenibilidad económica y social del crecimiento requiere significativas transformaciones que implican, entre otras cosas, aumentar los niveles de inversión y productividad.
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CEPAL
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INFORME CEPAL: Pespectivas económicas 2014, para América Latina y Caribe
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INEC: Melhora a confiança dos brasileiros
3% esperam menor inflação e desemprego no 2º semestre de 2014
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O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) aumentou 3% em julho na comparação com junho. Com isso, o INEC alcançou 109,5 pontos neste mês, informa a pesquisa divulgada nesta quinta-feira (31), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Apesar disso, a CNI alerta que a confiança dos brasileiros ainda é baixa. O INEC deste mês é 0,5% inferior ao de julho do ano passado.

Conforme a pesquisa, a melhora na confiança é resultado, sobretudo, da melhora das expectativas dos brasileiros em relação à inflação, ao desemprego e à renda pessoal. Parte dos consumidores que, nos meses passados, esperavam queda na renda e aumento da inflação e do desemprego, passou a acreditar na estabilidade desses indicadores. O índice de expectativa de evolução da renda pessoal para os próximos seis meses aumentou 7,7% em julho frente a junho. Os índices de expectativa sobre a inflação e o desemprego aumentaram 7,1%. Quanto maior é o aumento dos índices, mais otimistas são as perspectivas.

A melhor avaliação da situação financeira também contribuiu para o aumento da confiança do consumidor em julho. "O indicador aumentou 5,3%, refletindo um menor número de consumidores que perceberam piora na sua situação financeira nos últimos três meses", diz a CNI. "O índice de compras de maior valor recuou 3,3%, o que aponta redução na expectativa de consumo desses bens", afirma a pesquisa.
PORTAL DA INDUSTRIA
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Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) em Julho
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Relatório preocupante do IBGE
Produção industrial cai 1,4% em junho e a 90 dias das eleições
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A parada forçada pela Copa, os estoques em alta e a desconfiança do empresário levaram a indústria a acentuar sua crise em junho. No mês, a produção industrial recuou 1,4%, a quarta queda seguida no ano, segundo dados livres de afeitos sazonais. Os dados foram divulgados pelo IBGE.

O resultado veio um pouco melhor do que as previsões do mercado, que esperava queda entre 2% e 3%. Na comparação com junho de 2013, indústria registrou recuo de 6,9%, no segundo pior resultado nessa comparação desde 2003, abaixo apenas de junho de 2009, quando houve queda de 10,7% durante a crise econômica mundial.

Na comparação com o mês imediatamente anterior, o setor já vinha de três quedas, nos meses de março, abril, maio, de, respectivamente, 0,7%, 0,5% e 0,8%, segundo dados revisados.

Assim, o índice acumulado neste ano já soma uma queda de 2,6%, e em 12 meses, de 0,6%. O setor também é afetado por juros maiores, crédito restrito, inflação elevada e especialmente empresários com menos disposição de investir nesse ano.

O mercado de trabalho também tem mostrado sinais de arrefecimento, sem a entrada de mais mão de obra no mercado, tirando da população a disposição para consumir.
FOLHAPRESS
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INFORME DO IBGE SOBRE A PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM JUNHO DE 2014
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CWUR: classificação mundial das universidades
1ª no mundo: HARVARD (EUA); 1ª no mundo latino, USP (Brasil)
O Centro de World University Rankings (CWUR) publica a única classificação internacional das universidades, que mede a qualidade da educação e formação dos alunos, bem como o prestígio dos docentes e a qualidade da sua investigação, sem depender de estudos e apresentação dos dados da universidade.

CWUR usa oito indicadores objetivos e robustos para classificar top 1000 universidades do mundo:
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Campus da Universidade de HARVARD
1) Qualidade da Educação, medida pelo número de alunos de uma universidade que ganharam grandes prêmios internacionais, prêmios e medalhas em relação ao tamanho da universidade [25%]
2) Alumni Emprego, medido pelo número de alunos de uma universidade que atualmente ocupam cargos de CEO em empresas de topo do mundo em relação ao tamanho da universidade [25%]
3) Qualidade da Faculdade, medido pelo número de acadêmicos que ganharam os principais prêmios internacionais, prêmios e medalhas de [25%]
4) Publicações, medido pelo número de trabalhos de pesquisa que aparecem nas revistas de renome [5%]
5) Influência, medido pelo número de trabalhos de pesquisa que aparecem nas revistas altamente influentes [5%]
6) As citações, medido pelo número de trabalhos de pesquisa altamente citados [5%]
7) grande impacto, medido pela universidade índice h [5%]
8) Patentes, medido pelo número de pedidos de patentes internacionais [5%]
Além de oferecer consultas para os governos e universidades, o Centro de World University Rankings tem como objetivo fornecer os rankings universitários mais completos disponíveis, que são confiáveis por estudantes, acadêmicos, administradores universitários e funcionários do governo de todo o mundo.
World University Rankings (CWUR)
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Classificação MUNDIAL das Universidades
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CLASSIFICAÇÃO das universidades nas Américas
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Council of the Americas avalia 17 países latinos
Violência contra mulheres e menores atrasa inclusão social
Violência, marginalização, pobreza, discriminação por gênero e raça, abandono escolar e escassez de vagas de trabalho com garantias em Honduras, El Salvador e Guatemala formam o combustível "tóxico" do êxodo de dezenas de milhares de menores desacompanhados e sem documentos para os Estados Unidos. Essa é uma das conclusões do terceiro índice sobre Inclusão social na América publicado hoje pela organização Americas Society/Council of the Americas (AS/COA). Os três países citados estão no final de uma classificação que mede 17 Estados através de 21 variáveis que determinam a capacidade de seus cidadãos para ter acesso a determinados bens e serviços. O Uruguai, a Argentina e a Costa Rica ocupam os três primeiros lugares. Os últimos são El Salvador, Paraguai, Honduras e Guatemala. No meio, nesta ordem, ficam os Estados Unidos, Chile, Peru, Equador, Brasil, Panamá, Bolívia, Colômbia, México e Nicarágua.

A classificação reflete a realidade de um continente que, apesar dos indubitáveis avanços e crescimento econômico na última década, não conseguiu erradicar gravíssimos problemas de exclusão social. A lamentável situação da mulher em relação a direitos e oportunidades em muitos países e a insegurança, produto da marginalização dos mais jovens na América Central, constituem os dois pontos aos quais o estudo dedica uma análise mais profunda. "Há 20 anos falávamos de democracia; há 10, de economia; hoje, de inclusão social. Sem dúvida avançamos", declarou Susan Segal, presidenta da AS/COA, durante a apresentação do estudo em Nova York.
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Pobreza e violência não formam uma correlação automática, como lembram os pesquisadores Matthew Budd e Marcela Donadio, membros da organização Rede de Segurança e Defesa da América Latina, em um artigo que acompanha o estudo na Americas Quartely, a revista da AS/COA.

Para corroborar esta ideia, lembram que a Nicarágua, um país muito mais pobre que seus vizinhos (1.750 dólares (3.900 reais) de PIB per capita e 162 dólares (361 reais) de salário mínimo), tem uma taxa de homicídios (11 por cada 100.000 habitantes) muito inferior à de Honduras (85), El Salvador (41) ou Guatemala (34). Mesmo assim, crianças nicaraguenses não são a maioria entre as que chegam à fronteira dos Estados Unidos. "A exclusão social é muito mais do que pobreza e desigualdade. Tem a ver com um sentido de pertencimento a um grupo. A marginalização gera a sensação de ser um estranho e, inevitavelmente, de insegurança, o que leva a comportamentos violentos em busca de justiça e segurança. A inclusão social cria vínculos e segurança. Por outro lado, um entorno de insegurança cerceia liberdades e a possibilidade de inclusão social. Na América Central esses fenômenos são reforçados mutuamente em uma mescla turbulenta. Os mais jovens da região são cada vez mais as vítimas e os algozes da violência", afirmam Budd e Donadio.

Para a jornalista e escritora norte-americana Sonia Nazario, autora do aclamado trabalho vencedor do prêmio Pulitzer A Viagem de Enrique, os 40.000 menores centro-americanos (40% são meninas) que tentaram cruzar a fronteira dos EUA com o México (calcula-se que a cifra chegará em 90.000 até o fim do ano) não são imigrantes, mas refugiados que fogem de um pavoroso cenário de violência.

Os dados avalizam seu comentário. O escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados entrevistou 404 crianças vindas de Honduras, El Salvador e Guatemala. 58% explicou que o principal motivo para tentar chegar aos EUA era escapar das gangues de delinquentes e traficantes que utilizam menores como capangas ou mulas (transporte de drogas e outros materiais).

Em 2006 foi realizada uma sondagem similar entre jovens mexicanos. Somente 13% atribuiu sua arriscada viagem à violência no lugar de origem. "Sem dúvida a violência é um fator, mas os problemas para ter acesso à educação de base, ou, em definitivo, a falta de oportunidades também influi", disse Christopher Sabatini, diretor da Americas Quartely. Para Sabatini, o bloqueio da futura lei de imigração nos Estados Unidos não é a única razão do êxodo de menores, como se argumenta em alguns países. "Sem dúvida necessitamos de uma nova lei, e é importante que as crianças comecem a ser tratadas como refugiados, mas não há somente uma resposta. É preciso adotar medidas de inclusão nos países de origem", acrescentou.

A insegurança e marginalização sofridas por grupos tão vulneráveis como os mais jovens e a as mulheres não determina o PIB do país, mas a força de suas instituições, asseguram os pesquisadores do Índice de Inclusão Social da AS/COA. Neste sentido, Honduras ostenta vários recordes negativos: 48% de suas vítimas de homicídio em 2012 tinham entre 15 e 19 anos. A cidade de San Pedro Sula tem a maior taxa de homicídios do mundo, segundo as Nações Unidas. 2.000 crianças que até maio deste ano chegaram à fronteira dos Estados Unidos vêm desta cidade. Não é a única: mais da metade das cidades das quais procedem os menores sem documentos está em Honduras.
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A situação atual na Colômbia
Entre os aspectos mais débeis sobre a inclusão social, o estudo da AS/COA destaca de forma muito crítica a situação das mulheres. As pesquisadoras Jane Marcus-Delgado e Joan Caivano denunciam que a maior presença de mulheres nas instituições e na vida política dos países americanos não causou uma melhora de suas condições e oportunidades, em particular para as de raça negra e as que vivem nas zonas rurais. Assim, o estudo lembra que uma de cada três mulheres sofre abusos na América Latina, segundo a Associação Panamericana de Saúde, e que a violência de gênero causa mais vítimas no continente que o câncer, a malária, os acidentes de trânsito ou os conflitos armados. No Chile, 50% das mulheres entre 15 e 49 anos de idade foi vítima de seu companheiro. Em São Paulo, uma mulher é abusada a cada 15 segundos. A metade dos países com as mais altas taxas de violência de gênero são americanos.

"Um exame das novas tendências, leis e políticas a favor da mulher traz à tona a expressão espanhola: 'Do dito ao feito há uma longa distância'. Em outras palavras, incluindo áreas nas quais houve um progresso significativo, existem barreiras que não permitem uma aplicação coerente destas novas políticas: insuficientes recursos públicos, falta de vontade política, o prevalecimento de valores e práticas patriarcais e uma desigualdade socioeconômica extrema", advertem Marcus-Delgado e Caivano. Como exemplo destacam a falta de informação (o Paraguai e o Uruguai não oferecem dados sobre a violência de gênero) ou sua obsolescência (os da Bolívia e da Colômbia são de 2003 e 2005, respectivamente). Mesmo assim, ainda que existam leis, estas não se aplicam. No Rio de Janeiro foram denunciados 1.822 estupros em 2013, mas só ocorreram 70 detenções.

O Índice de Inclusão Social mede também as normas que regulamentam o aborto ou a contracepção, na medida que determinam a diferença de oportunidades entre homens e mulheres. Neste sentido, o panorama é desolador: 95% dos abortos da América são realizados em condições insalubres, devido à persistência de legislações muito restritivas em muitos países. Aonde as leis são permissivas, como na Colômbia ou no Uruguai, os meios para aplicá-las são, entretanto, deficientes. Tampouco uma maior presença de mulheres na vida pública melhorou esta situação como se esperava. Na Nicarágua e no Equador, os presidentes Daniel Ortega e Rafael Correa, respectivamente, aumentaram o acesso das mulheres aos cargos de responsabilidade, mas suas legislações sobre aborto são as mais duras. Por último, em países com mulheres na presidência (Argentina, Chile, Costa Rica e Brasil) a norma sobre a interrupção voluntária da gravidez está, paradoxalmente, muito longe do que o estudo elaborado pela AS/COA consideraria plausível.

O estudo reconhece avanços – redução dos níveis de pobreza, acesso ao estudo básico, mais moradias e empregos com direito a aposentadoria – graças ao crescimento econômico em países como o Brasil, a Colômbia, o Chile ou Uruguai, mas persistem situações inaceitáveis, concretamente as referidas às mulheres e às minorias, a atitude dos Governos sobre a exclusão social, o acesso à justiça e os direitos e proteção dos que sofrem de algum problema psíquico, entre outros aspectos. "É difícil mudar a situação em curto prazo por razões históricas, estruturais e de atitude", corrobora Sabatini.

Por países, o Uruguai repete o primeiro lugar pelo segundo ano graças ao seu crescimento econômico e a melhora dos direitos políticos e do acesso à moradia digna. Sua pontuação sofreu pela persistência de desigualdades de gênero ou raça, segundo o estudo. A Argentina ocupa o segundo lugar graças ao dinheiro público dedicado para os programas sociais. Entretanto, tem baixa pontuação em participação social e capacidade de resposta do Governo, segundo a opinião dos cidadãos. Apesar desses avanços, o índice denuncia que ainda falta muito em relação à possibilidade de se ter direitos civis sem descriminação de nenhum tipo na Bolívia, Equador, Guatemala, México, Nicarágua e Paraguai.

A Costa Rica, terceiro lugar, é um dos países melhor avaliados em muitas das variáveis. Entretanto, ocupa um dos piores postos no que se refere aos direitos dos gays, lésbicas e transexuais. O Peru, sexto na tabela, experimentou avanços nos direitos das mulheres, além de um crescimento econômico importante. Entretanto, continua investindo pouco em medidas sociais que aumentem as matrículas na educação básica e o acesso à moradia digna.

O Brasil desce para a oitava colocação, em parte, pela má percepção que os cidadãos têm sobre a capacidade do Governo de resolver os problemas de exclusão social. A Colômbia e o México, décima primeira e décimo segundo, respectivamente, têm sérias metas a atingir. No caso da Colômbia, sempre segundo o estudo, a escassa presença da mulher na política. No do México, o acesso aos postos de trabalho com todos os direitos trabalhistas reconhecidos e uma aposentadoria. Em Honduras, o assunto é realmente grave: somente 10% das mulheres e 5% dos homens trabalham com direito a aposentadoria.

O Índice de Inclusão Social não se limita a constatar os avanços ou retrocessos em determinadas questões, mas também coloca recomendações e exigências. As prioritárias têm a ver com políticas a favor das mulheres (Brasil, Colômbia e Chile), melhores condições de acesso ao mercado de trabalho (México, Equador, Guatemala e Paraguai), potencializar as matrículas na educação de base (El Salvador, Brasil e Uruguai) e fortalecer uma justiça mais eficiente e próxima dos cidadãos (México e Bolívia), entre outras. Os responsáveis pelo índice lembraram a necessidade de melhorar a informação obtida pelos censos nacionais, e que neles sejam incluídas categorias de raça e etnia.

Para elaborar o índice, os pesquisadores utilizam os dados do censo de cada país, documentos do FMI e do Banco Mundial, o comunicado sobre Desenvolvimento Humano das Nações Unidas, o Barômetro Americano da Universidade Vanderbilt, assim como trabalhos de pesquisadores de outras instituições (Inter-American Dialogue, Amherst College e City University de Nova York, entre outras).

Os responsáveis pelo estudo medem até 21 variáveis (PIB, direitos civis, acesso à moradia digna, matrículas em educação de base, acesso ao trabalho com aposentadoria, concessão de créditos, direitos e proteção de pessoas com problemas psíquicos, legislação sobre a mulher, capacidade de resposta do Governo...) até atribuir uma pontuação para cada país.

Devido às dificuldades para reunir dados homologáveis e a escassez destes em muitos casos, podem ocorrer algumas conclusões surpreendentes e ausências notáveis. É o caso do quarto lugar ocupado pelos Estados Unidos. O próprio estudo adverte que, ainda que este país tenha importantes "objetivos" em relação à inclusão social, essa surpreendente classificação responde à impossibilidade de obter dados federais em oito variáveis. No caso da Venezuela, a duvidosa qualidade da informação disponível motivou sua exclusão do índice. "Em onze das variáveis, os dados de que dispúnhamos procediam do Governo. Não nos ofereciam confiança suficiente. É uma pena que não possamos conhecer com rigor se o Governo venezuelano está realizando a revolução social que defende em sua agenda política", explicou Sabatini.
Texto de Vicente Jiménez publicado no diário EL PAÍS, de Madrid
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Conclusões do terceiro índice sobre Inclusão social na América
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